<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-2781753800955321708</id><updated>2012-02-16T07:41:44.451-08:00</updated><category term='Artigos'/><category term='Imagens'/><category term='Aquecimento Global'/><category term='Sustentabilidade'/><title type='text'>Eccox Ambiental</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://eccoxambiental.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2781753800955321708/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://eccoxambiental.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Eccox Ambiental</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02285621621591719459</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='12' src='http://3.bp.blogspot.com/-_cxdktjE0vQ/Tns34-s-LXI/AAAAAAAAAEI/fo_vvH1Otxs/s220/logo.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>6</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2781753800955321708.post-4891499199282321574</id><published>2011-10-27T05:07:00.000-07:00</published><updated>2011-10-27T05:07:19.494-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Sustentabilidade'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Artigos'/><title type='text'>VALE A PENA INVESTIR EM EDIFICIOS SUSTENTÁVEIS</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: right;"&gt;Por João Ricardo M Gonçalves&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;div style="line-height: 14.25pt;"&gt;A construção civil é uma das atividades que mais geram impactos sobre o meio ambiente, quer seja pelo uso intensivo de recursos naturais na extração, quer seja pela técnica e cultura construtiva do pais que eleva em muito os índices de desperdícios e de geração de resíduos. Estima-se que mais de 50% dos resíduos que vão para os aterros sanitários, são constituídos de resíduos de construção, diminuindo a sua vida útil. Isto quando não são dispostos em botas foras clandestinos ou locais impróprios, gerando contaminação e proliferação de vetores patogênicos. Por serem inertes em sua maioria, os resíduos de construção poderiam ter usos mais nobres e ao mesmo tempo haver uma postura construtiva que diminuísse a geração de desperdícios, adotando-se técnicas menos poluentes, como a montagem, além da minimização, reutilização e destinação correta dos resíduos. &lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 14.25pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 14.25pt;"&gt;Diante da gravidade do problema o Conselho nacional de Meio Ambiente, desde 2002, determinou pela Resolução 317/02, procedimentos para a separação e reaproveitamento dos resíduos de construção de forma obrigatória aos empreendedores e municípios. Dentre as ações proibidas esta a de criação de bota foras e a destinação de resíduos de construção nestes “aterros irregulares ”. Alguns municípios possuem usinas de reciclagem de resíduos de construção, sendo que concretos, blocos, tijolos e cerâmicas podem virar novamente areia e agregados para reuso na construção ou como base de estradas. Plásticos, vidros, papel, madeira e metais podem ser reciclados como já se é de costume em outras atividades. Embalagens de tintas, solventes e produtos químicos devem ser enviados a aterros especiais ou incinerados, devido ao potencial de contaminar o meio. A recente lei da Política Nacional dos Resíduos, promulgada em Agosto de 2010, confirma e amplia a responsabilidade do gerador. O gerenciamento ambiental das obras, além de ser responsável, pode até gerar economia durante a construção e mais, propiciar condições de uso ambientalmente correto ao longo da vida útil da edificação. &lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 14.25pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 14.25pt;"&gt;Os impactos ambientais de um edifício não se restringem a sua fase construtiva, mas a maior parte destes ocorre durante sua vida útil. Enquanto a construção de um edifício gasta em média 2 anos, a sua vida útil é estimada em mais 50 anos, gerando diversos impactos ambientais ao longo deste período tais como efeitos da impermeabilização do solo, alteração do micro clima local, consumo e desperdício de água e energia, geração de efluentes e resíduos, dentre outros. Se os impactos da fase construtiva de um edifício são perceptíveis pelo imediatismo que ocorrem, os danos ambientais que uma edificação pode causar ao longo de sua vida útil são de extrema relevância de serem previstos e controlados. &lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 14.25pt;"&gt;Há algumas “certificações verdes” para edifícios, como o selo PROCEL (Eficiência Energética), Selo Arcqua, Selo “Green Bulding”, dentre outros, não sendo uma exigência a obtenção da certificação para que o mesmo seja sustentável. A concepção dos edifícios sustentáveis deve nascer no projeto, buscando simular o consumo de recursos, a eficiência energética e o conforto térmico; especificar adequadamente materiais e técnicas coerentes ao clima e economia local; inserção no entorno respeitando e aproveitando as condições naturais; conforto dos usuários; otimização de recursos e a harmonia com a cidade e com o meio ambiente. O uso de técnicas construtivas menos poluentes e com menor impacto ambiental, adequada orientação solar, aproveitamento de recursos de ventilação e iluminação natural, uso de sistema de reuso das águas pluviais, sistemas elétricos, de elevadores e climáticos inteligentes, descargas com menor vazão de água, manutenção de áreas sombreadas e até mesmo, em breve, condição de gerar parte de sua demanda energética por meio de captadores solares e eólicos, dentre outras formas.&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 14.25pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 14.25pt;"&gt;Se por um lado estas adequações podem elevar o custo de um edifício de 5% a 10%, investir em sustentabilidade pode reduzir em até 30% o consumo de energia, em 50% o consumo de água, em 35% a emissão de CO&lt;sub&gt;2&lt;/sub&gt; e em até 90% o descarte de resíduos, economia esta revertida para os usuários e maior retorno para investidores. &lt;span&gt;M&lt;/span&gt;udança de comportamento das pessoas (abertura e fecho de portas e janelas, períodos de funcionamento de computadores e impressoras) também pode induzir poupanças de energia da ordem de 15%. Por sua vez, técnicas construtivas sustentáveis que reduza retrabalhos e desperdícios, podem ainda tornar o custo global de edifícios 3% abaixo do que o de edifícios convencionais. &lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 14.25pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 14.25pt;"&gt;Diante de uma vida útil de no mínimo 50 anos, a análise do investimento deve ser feita de forma mais ampla, não focada apenas na fase de construção, mas analisando toda a vida útil do edifício, pois 80% de seu custo irão incorrer nesta fase. Conforme estudo da USP, o investimento num edifício sustentável possibilita uma taxa de retorno de 3% a 6% superior ao convencional e a valorização pode ser até 14% maior, além de menor depreciação de mercado e maior segurança para o investidor. Uma edificação sustentável padrão A seria capaz de produzir uma taxa de retorno de 9,71%/ano efetiva acima do IGP-M, mantida a aplicação pelo ciclo operacional de 20 anos. No futuro breve, edifícios sustentáveis, capazes de gerenciar a energia consumida e até mesmo armazena-la ou produzi-la, terão ainda uma opção de fonte extra de receita, através dos chamados “smart grids” energético, por estarem mais aptos a esta forma inteligente de distribuição energética.Em breve estes edifícios poderão armazenar e vender esta economia energética a outros consumidores.&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 14.25pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 14.25pt;"&gt;Edifícios sustentáveis geram benefícios não só social ou ambiental, mas vantagens econômicas aos empreendedores tanto do setor de construção civil quanto todas as atividades que demandam obras para a sua realização, revertendo em economia aos usuários, investidores e ao bem do planeta.&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 14.25pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 14.25pt;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 14.25pt;"&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;&lt;img src="http://www.construaverde.com.br/cv/wp-content/uploads/2011/04/predio-verde.jpg" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2781753800955321708-4891499199282321574?l=eccoxambiental.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://eccoxambiental.blogspot.com/feeds/4891499199282321574/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://eccoxambiental.blogspot.com/2011/10/vale-pena-investir-em-edificios.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2781753800955321708/posts/default/4891499199282321574'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2781753800955321708/posts/default/4891499199282321574'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://eccoxambiental.blogspot.com/2011/10/vale-pena-investir-em-edificios.html' title='VALE A PENA INVESTIR EM EDIFICIOS SUSTENTÁVEIS'/><author><name>Eccox Ambiental</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02285621621591719459</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='12' src='http://3.bp.blogspot.com/-_cxdktjE0vQ/Tns34-s-LXI/AAAAAAAAAEI/fo_vvH1Otxs/s220/logo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2781753800955321708.post-7142103467566313565</id><published>2011-10-14T07:16:00.000-07:00</published><updated>2011-10-14T07:16:00.892-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Artigos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Aquecimento Global'/><title type='text'>AS QUEIMADAS, O AQUECIMENTO GLOBAL E A DESTRUIÇÃO DO PLANETA</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: right;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span style="line-height: 115%;"&gt;Por&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;b&gt;João Ricardo M. Gonçalves&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-left: 106.2pt; text-align: right;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="line-height: 115%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="line-height: 115%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="line-height: 115%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Apontado como uma das maiores descobertas do homem primitivo, o fogo provocado pela ação humana em queimadas e florestas tem apresentado como uma dos maiores causadores do aquecimento global no Brasil e no mundo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="line-height: 115%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="line-height: 115%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;É sabido do elevado impacto do fogo na biodiversidade, clima e nas florestas e áreas verdes, que são reservas naturais de carbono do planeta, porém, o efeito do fogo nas mudanças climáticas globais é mais profundo do que se acreditava e deve ser encarado com maior preocupação, pois as queimadas ligadas ao desflorestamento são responsáveis por cerca de 20% do aquecimento global, atrás somente das emissões provocadas pelo uso de energia.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="line-height: 115%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="line-height: 115%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;O mais preocupante é que, quanto mais o planeta aquece, maior ainda são as chances de queimada, alimentando um ciclo vicioso que pode comprometer em muito os ecossistemas, a vida e bem estar dos homens e do planeta. Quando a vegetação queima, a quantidade de dióxido de carbono liberado aumenta o aquecimento global. Quanto mais incêndios e queimadas, mais dióxido de carbono é liberado e mais aquecimento é promovido. E, quanto mais elevadas as temperaturas no planeta, maiores são as chances de se ter mais fogo. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="line-height: 115%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;O Brasil é o 5º emissor mundial de gás carbônico, sendo que 1% de suas emissões são oriundas das indústrias brasileiras e 3% provém das queimadas florestais. Se as queimadas forem erradicadas passaríamos do 5º para o 18º lugar na emissão destes gases no mundo, contribuindo consideravelmente pela diminuição do aquecimento global.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="line-height: 115%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="line-height: 115%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;São inúmeros os efeitos danosos ao homem causados pelo aquecimento global: desastres naturais, enchentes, secas, contaminação do ar do solo e das águas, fome, pragas e as enfermidades das plantas e dos homens, além de sérios prejuízos sociais, ambientais e até mesmo econômicos. Segundo estudo do Centro de Pesquisas Meteorológicas e Climáticas Aplicadas à Agricultura da Unicamp, o aquecimento global pode gerar prejuízos de R$ 7,4 bilhões à produção agrícola em 2020.&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="line-height: 115%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="line-height: 115%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-wJhRPz5_jE0/TphDSFxZ-dI/AAAAAAAAAE8/VLzmzw2Sfts/s1600/dreamstimefree_1172636.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://3.bp.blogspot.com/-wJhRPz5_jE0/TphDSFxZ-dI/AAAAAAAAAE8/VLzmzw2Sfts/s320/dreamstimefree_1172636.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="line-height: 115%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2781753800955321708-7142103467566313565?l=eccoxambiental.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://eccoxambiental.blogspot.com/feeds/7142103467566313565/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://eccoxambiental.blogspot.com/2011/10/as-queimadas-o-aquecimento-global-e.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2781753800955321708/posts/default/7142103467566313565'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2781753800955321708/posts/default/7142103467566313565'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://eccoxambiental.blogspot.com/2011/10/as-queimadas-o-aquecimento-global-e.html' title='AS QUEIMADAS, O AQUECIMENTO GLOBAL E A DESTRUIÇÃO DO PLANETA'/><author><name>Eccox Ambiental</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02285621621591719459</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='12' src='http://3.bp.blogspot.com/-_cxdktjE0vQ/Tns34-s-LXI/AAAAAAAAAEI/fo_vvH1Otxs/s220/logo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-wJhRPz5_jE0/TphDSFxZ-dI/AAAAAAAAAE8/VLzmzw2Sfts/s72-c/dreamstimefree_1172636.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2781753800955321708.post-9184230793612268587</id><published>2011-10-11T10:25:00.000-07:00</published><updated>2011-10-11T10:31:19.103-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Sustentabilidade'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Artigos'/><title type='text'>SACOLAS PLÁSTICAS EM SUPERMERCADOS: UM MAL DESNECESSÁRIO</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Por&amp;nbsp;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; line-height: 115%;"&gt;Joao Ricardo Magalhães Gonçalves¹&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 14px;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 14px;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 14px;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 141.6pt; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: left;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-TSriGULYPYs/TpR9WFdIdiI/AAAAAAAAAE0/4eMnmgLTlgY/s1600/sacola_plastica.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://4.bp.blogspot.com/-TSriGULYPYs/TpR9WFdIdiI/AAAAAAAAAE0/4eMnmgLTlgY/s1600/sacola_plastica.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-size: small; line-height: 150%; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: left;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: left;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 24px;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="line-height: 150%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-large;"&gt;N&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;a evolução das necessidades de consumo do Ser Humano, não apenas os produtos tiveram adaptações ao longo dos anos, mas as suas embalagens também buscam cada vez mais propiciar conveniência. Entretanto, muitas destas comodidades e símbolos de compra, expressos nas embalagens, tem grave efeito sobre o meio ambiente.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;Estima-se que o mundo utilize 1 milhão de sacolas plásticas por minuto; sendo &amp;nbsp;consumidas mais de 500 bilhões sacolinhas plásticas por ano. No Brasil, 1 bilhão de sacolas são distribuídas nos supermercados mensalmente – o que dá 66 sacolas por brasileiro ao mês. Além do dano ambiental há uma perda econômica e social. As sacolinhas podem representar até 7% dos custos operacionais dos supermercados e estima-se que tenha um custo estimado de R$ 0,03 centavos por unidade. Podemos estar jogando no lixo cerca de R$ 15 Bilhoes / ano,&amp;nbsp; valor este equivalente a 75 Milhões de cestas básicas. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;Ao invés de doar as sacolinhas, os supermercados poderiam até “doar” cestas básicas, pois a cada 5.000 unidades há um custo equivalente ao de uma cesta básica mensal. Se cada indivíduo reduzir em 5% ( deixar de usar 4&amp;nbsp; sacolinhas por mês), junto se geraria uma receita equivalente a 10.000 cestas básicas por ano. Adotada uma política de reciclagem e devolução das sacolinhas, também veríamos ganhos sociais e ambientais. Uma sacolinha pesa cerca de 15 g e segundo o instituto aqualund, o mercado paga cerca de R$ 200,00 pela tonelada do material para reciclagem. Cada montante de 50.000 sacolinhas devolvidas geraria uma receita equivalente a uma cesta básica mensal. Assim percebemos a necessidade de ações do setor supermercadista, mas também de conscientização e responsabilidade dos consumidores.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;O Brasil produz anualmente cerca de 250 mil toneladas de filme plástico (material de que são feitas as sacolinhas plásticas que é resistente a decomposição causando grandes problemas ambientais) e o plástico representa cerca de 10% de todo o lixo do País. Abandonados em aterros, esses sacos plásticos impedem a passagem da água retardando a decomposição dos materiais biodegradáveis e dificultando a compactação dos detritos. Além disso, a manufatura do polietileno faz-se a partir de combustíveis fósseis (Petróleo) e acarreta a emissão de gases poluentes e as tintas podem se desprender das sacolas e gerar contaminação&amp;nbsp; no solo e nas águas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-autospace: none;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-autospace: none;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;Introduzidos nos anos 70, os sacos de plásticos rapidamente se tornaram muito populares, em especial através da sua distribuição gratuita nos supermercados e lojas, que embalam em saquinhos tudo o que passa pela caixa registradora, não importando o tamanho do produto que se tenha à mão, mas em alguns países o material foi banido, como em Bangladesh. Na Alemanha, os clientes que desejarem utilizar sacos plásticos têm de pagar e, em todos os supermercados, é habitual o uso de sacolas de pano ou caixas de papelão. As lojas da China foram proibidas por lei a ceder sacolas plásticas gratuitamente aos consumidores.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;Práticas sustentáveis que poderiam ser retomadas, como o uso de sacolas de pano, cesto de compras, caixas de papelão, somadas ao consumo consciente e uma política de reutilização e reciclagem seriam mais saudáveis ao indivíduo, a sociedade e a sustentabilidade do planeta. E ainda que esta mudança de hábitos não seja imediata, uma ação conjunta deve ser iniciada, visando a mudanças que sejam revertidas para a própria qualidade de vida da sociedade.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;1: Joao Ricardo Magalhães Gonçalves&amp;nbsp; é Arquiteto e Urbanista, &lt;/b&gt;&lt;span style="line-height: 115%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: xx-small;"&gt;Especialista em Gestão Ambiental, em Construção Civil e Avaliações e Pericias, em Planejamento Ambiental e Urbano, MBA em gestão de Negócios, tendo ainda cursado mestrado em Administração.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="line-height: 115%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: xx-small;"&gt; É sócio Diretor da ECCOX Ambiental além de ter execercido cargos&amp;nbsp; no setor público em diversos segmentos.&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 9pt;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span style="line-height: 115%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: xx-small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span style="line-height: 115%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: xx-small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: #00b050; font-size: 9pt; line-height: 115%;"&gt;ECCOX: Gerando valor na sua empresa! Cuidando da Sustentabilidade do Planeta!&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="color: #132f6e; font-family: Tahoma, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2781753800955321708-9184230793612268587?l=eccoxambiental.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://eccoxambiental.blogspot.com/feeds/9184230793612268587/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://eccoxambiental.blogspot.com/2011/10/sacolas-plasticas-em-supermercados-um.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2781753800955321708/posts/default/9184230793612268587'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2781753800955321708/posts/default/9184230793612268587'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://eccoxambiental.blogspot.com/2011/10/sacolas-plasticas-em-supermercados-um.html' title='SACOLAS PLÁSTICAS EM SUPERMERCADOS: UM MAL DESNECESSÁRIO'/><author><name>Eccox Ambiental</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02285621621591719459</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='12' src='http://3.bp.blogspot.com/-_cxdktjE0vQ/Tns34-s-LXI/AAAAAAAAAEI/fo_vvH1Otxs/s220/logo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-TSriGULYPYs/TpR9WFdIdiI/AAAAAAAAAE0/4eMnmgLTlgY/s72-c/sacola_plastica.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total><georss:featurename>Betim - MG, Brasil</georss:featurename><georss:point>-19.9675657 -44.199142800000004</georss:point><georss:box>-20.077966200000002 -44.324513800000005 -19.8571652 -44.0737718</georss:box></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2781753800955321708.post-883294025887916093</id><published>2011-10-10T05:08:00.000-07:00</published><updated>2011-10-10T05:09:43.617-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Artigos'/><title type='text'>A LEI DO LIXO E A SUSTENTABILIDADE</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Por &lt;u&gt;JOÃO RICARDO M GONÇALVES&lt;/u&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 24px;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 8pt; line-height: 150%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif; line-height: 24px;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: 0.0001pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif; line-height: 150%;"&gt;A geração de resíduos sólidos é inerente a atividade humana ocasionando danos muitas vezes irreversíveis ao meio ambiente. Segundo indicadores oficiais, no Brasil, cerca de 60% dos resíduos coletados são dispostos inadequadamente em lixões. O desperdício e a complexidade da vida urbana&amp;nbsp; agravam os problemas da geração de resíduos, que não se restringe a disposição final, mas também na extração das matérias-primas e no processamento industrial.&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 150%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 150%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span lang="PT"&gt;Depois de mais de 20 anos de discusão, foi aprovada em 2010 e a partir de agora ja esta valendo a LEI FEDERAL que instituiu a POLITICA NACIONAL DOS RESIDUOS SÓLIDOS. Assim o Brasil passa a ter um marco de sustentabilidade a questão dos Lixos, exigindo procedimentos corretos a serem adotados tanto pela sociedade, quanto por empresas e pela esfera pública, que se&lt;/span&gt; responsabilizam pelos resíduos gerados e por adoção de procedimentos,&amp;nbsp; estratégias e ações para uma gestão equilibrada e sustentável deste grave problema ambiental.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif; line-height: 150%;"&gt;O desafio da legislação é o de criar uma política que designe responsabilidades, induza a procedimentos corretos de reuso, reciclagem e disposição final. Que dê viabilidade econômica para procedimentos e induza a inclusão social de boa parte da população que vive da coleta e reciclagem de resíduos. Com a nova legislação, o potencial de geração de renda do setor de reciclagem pode passar de R$2 bilhões/ano para R$ 8 bilhões/ano, segundo cálculos de institutos especializados.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: 0.0001pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: 0.0001pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif; line-height: 150%;"&gt;A lei faz a distinção entre resíduo (lixo que pode ser reaproveitado ou reciclado) e rejeito (o que não é passível de reaproveitamento). Contudo o “rejeito”, mesmo quando não oferece mais nenhuma utilidade aparente, ainda assim pode ser aproveitado, como para a recuperação de áreas deterioradas. Os aterros ainda podem ser usados, mas desde que tenham rígido controle ambiental, porémos famosos Lixões, que não tem controle técnicos&amp;nbsp; e são apenas áreas aonde se jogam indiscriminadamente os lixos, estão proibidos! &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: 0.0001pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: 0.0001pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif; line-height: 150%;"&gt;Os resíduos, se manejados adequadamente, podem adquirir valor comercial e utilizados em forma de novas matérias-primas ou novos insumos, sendo&amp;nbsp; incorporados novamente nas cadeias produtivas, de forma sucessiva e sistêmica. Gerando oportunidades de emprego e renda e, ainda, diminuindo os impactos sobre o meio ambiente.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-image: initial; background-origin: initial; line-height: 150%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Às pessoas, compete reduzir a geração e dispor os lixos de forma correta, acondicionando de forma adequada e fazendo a separação onde houver a coleta seletiva.&amp;nbsp; As empresas&amp;nbsp; deverão investir no desenvolvimento de produtos que possam ser reciclados que gerem a menor quantidade possível de resíduos sólidos, além de se responsabilizar pelo recolhimento dos resíduos decorrentes do produto assim como suas embalagens. Já os entes público deverão realizar um plano de gerenciamento, coleta e disposição dos resíduos, privilegiando a geração de emprego e renda para a sociedade.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: 0.0001pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif; line-height: 150%;"&gt;Se a sustentabilidade se constrói a partir de modelos integrados entre os diversos setores da sociedade, interagindo fatores culturais, equidade social, preservação ambiental e desenvolvimento econômico, a partir da contribuição da população, da responsabilização das empresas e das obrigações dos entes públicos, poderemos alcançar um modelo sustentável na gestão dos resíduos.&lt;b&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 24px;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 8pt; line-height: 150%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 150%; margin-left: 177.0pt; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 8pt; line-height: 150%;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2781753800955321708-883294025887916093?l=eccoxambiental.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://eccoxambiental.blogspot.com/feeds/883294025887916093/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://eccoxambiental.blogspot.com/2011/10/lei-do-lixo-e-sustentabilidade.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2781753800955321708/posts/default/883294025887916093'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2781753800955321708/posts/default/883294025887916093'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://eccoxambiental.blogspot.com/2011/10/lei-do-lixo-e-sustentabilidade.html' title='A LEI DO LIXO E A SUSTENTABILIDADE'/><author><name>Eccox Ambiental</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02285621621591719459</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='12' src='http://3.bp.blogspot.com/-_cxdktjE0vQ/Tns34-s-LXI/AAAAAAAAAEI/fo_vvH1Otxs/s220/logo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total><georss:featurename>Betim - MG, Brasil</georss:featurename><georss:point>-19.9675657 -44.199142800000004</georss:point><georss:box>-20.077966200000002 -44.324513800000005 -19.8571652 -44.0737718</georss:box></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2781753800955321708.post-7240225000911633111</id><published>2011-09-23T09:54:00.000-07:00</published><updated>2011-09-23T09:54:20.767-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Imagens'/><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-WM_rEMKbjrg/Tny5nY-73oI/AAAAAAAAAEo/EJ91nF0x5jY/s1600/dreamstimefree_10823516.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://4.bp.blogspot.com/-WM_rEMKbjrg/Tny5nY-73oI/AAAAAAAAAEo/EJ91nF0x5jY/s320/dreamstimefree_10823516.jpg" width="248" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #6aa84f; font-size: x-large;"&gt;&lt;b&gt;&lt;u&gt;PENSE VERDE&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2781753800955321708-7240225000911633111?l=eccoxambiental.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://eccoxambiental.blogspot.com/feeds/7240225000911633111/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://eccoxambiental.blogspot.com/2011/09/pense-verde.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2781753800955321708/posts/default/7240225000911633111'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2781753800955321708/posts/default/7240225000911633111'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://eccoxambiental.blogspot.com/2011/09/pense-verde.html' title=''/><author><name>Eccox Ambiental</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02285621621591719459</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='12' src='http://3.bp.blogspot.com/-_cxdktjE0vQ/Tns34-s-LXI/AAAAAAAAAEI/fo_vvH1Otxs/s220/logo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-WM_rEMKbjrg/Tny5nY-73oI/AAAAAAAAAEo/EJ91nF0x5jY/s72-c/dreamstimefree_10823516.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2781753800955321708.post-8824866480467518571</id><published>2011-09-22T07:34:00.001-07:00</published><updated>2011-09-22T07:34:47.928-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>teste&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2781753800955321708-8824866480467518571?l=eccoxambiental.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://eccoxambiental.blogspot.com/feeds/8824866480467518571/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://eccoxambiental.blogspot.com/2011/09/teste.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2781753800955321708/posts/default/8824866480467518571'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2781753800955321708/posts/default/8824866480467518571'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://eccoxambiental.blogspot.com/2011/09/teste.html' title=''/><author><name>Eccox Ambiental</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02285621621591719459</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='12' src='http://3.bp.blogspot.com/-_cxdktjE0vQ/Tns34-s-LXI/AAAAAAAAAEI/fo_vvH1Otxs/s220/logo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
